Antonio Carlos Magalhães

Historia de Antonio Carlos Magalhães

O início da carreira de Antonio Carlos Magalhães na política deu-se nos tempos de estudante, tendo sido presidente do Grêmio do Ginásio da Bahia e do Diretório Central de Estudantes da Faculdade de Medicina.

Assumiu a primeira legislatura ao ser eleito deputado estadual, em 1954, pela União Democrática Nacional (UDN). Foi eleito deputado federal em 1958 e 1962. Participou do regime militar, tendo sido um dos articuladores da golpe militar de 1964. Em 1966 foi reeleito deputado federal, agora pela ARENA. Em 1967, foi nomeado prefeito de Salvador. Foi governador da Bahia três vezes, ministro das Telecomunicações no governo Sarney e é senador desde 1995. Tido como um político influente no Brasil, teve também seu nome envolvido em várias denúncias de ilegalidades, como a fraude no painel de votação do Senado e os grampos telefônicos ilegais na Bahia. Quando se vê envolvido em tais situações gosta de justificar que agiu em favor do povo baiano. É conhecido por "Toninho Malvadeza", por conta de suas constantes ações repressoras contra a oposição durante o regime ditatorial.

Foi protagonista, em meados de abril de 2000, de uma série de trocas de ofensas com um colega de Senado, fazendo sérias acusações contra a pessoa do Presidente do Senado à época, o Senador Jader Barbalho do PMDB do Pará. Tal rixa culminou com a renúncia de ambos dos mandados de Senador, já que as recíprocas acusações foram devidamente comprovadas. No caso de  Antonio Carlos Magalhães, foi justamente a denúncia de manipulação por este do painel eletrônico que contabiliza as votações do Senado Federal, o que lhe permitiu quebrar o sigilo dos votos dos demais Senadores, violando o Regimento Interno do Senado Federal, que assegura o voto secreto de seus membros em determinadas matérias.

Morte de Antonio Carlos Magalhães

O senador Antônio Carlos Magalhães já estava internado há cerca de 40 dias, depois de uma infecção generalizada a qual o forçaram a depender de aparelhos e ser sedado, sofreu uma parada cardíaca , a qual piorou o quadro clínico do político, levando-o ao falecimento às 11h40 do dia 20 de julho de 2007, no InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), localizado na cidade de São Paulo, em razão de falência múltipla dos órgãos e insuficiência cardíaca.

Às 11h43, a Rede Globo foi o primeiro órgão de imprensa a noticiar a morte do senador, ao interromper a programação dos Jogos Pan-americanos de 2007.

Com sua morte, aos 79 anos, ACM será substituído por seu filho, Antônio Carlos Magalhães Júnior, que assume a vaga como suplente durante o período até o final da legislatura já iniciada pelo Senador, que se encerra no ano de 2011.

O senador será enterrado no cemitério do Campo Santo, no centro da capital baiana, ao lado de seu outro filho, Luís Eduardo Magalhães.

Cortejo com o corpo de ACM cruza ruas de São Paulo

Corpo de ACM chega a Salvador na noite de sexta

ACM chora ao lado do caixão do filho Luís Eduardo, em velório no Congresso Nacional

Velório de Antonio Carlos Magalhães - ACM

Fotos do Velório de Antonio Carlos Magalhães - ACM

Última despedia no Velório de Antonio Carlos Magalhães - ACM

Saída do Corpo de Antonio Carlos Magalhães - ACM para o spultamento

 

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